Afinal qual é o stress??

Há uma semana comprei a revista Cristina, como faço todos os meses.

Neste momento é a única revista portuguesa que compro por enumeras razões e apesar de andar em campanha contra o plástico não me choca que a revista venha com uma película, isto porque odeio dar um dinheirão por uma revista manuseada no quiosque ou papelaria e porque confio que a publicação já esteja a estudar novas opções para esta situação.

Mas a partir do momento que publiquei esta foto no Instagram que fui bombardeada com mensagens negativas.

Instagram @blog_mãe_de_1a_viagem

Tenho andado absorvida com o trabalho e nem tenho ligado muito às redes sociais, logo não sabia ainda da polémica em torno desta edição.

E para ser sincera continuo sem perceber o porquê de tanto comentário depreciativo.

A entrevista nem está muito intensa ( para o meu gosto pessoal, claro), o tema é polémico, as perguntas assertivas, as respostas ensaiadas e pouco sentidas em muitos aspectos, mas se este pouquinho deu pano para mangas nem quero saber se fosse algo ao nível dos “60 Minutos”.

Em primeiro lugar e para quem não sabe a Cristina Ferreira tirou o curso de Jornalismo apesar de ter enveredado por outro tipo de comunicação e, a base do jornalismo que a Cristina e outros tantos devem ter aprendido desde o primeiro dia é “o Jornalismo é a técnica de transmissão de informações ao público e esta forma de comunicação pública de notícias deve ser Relevante, Objectiva, Imparcial, Verdadeira e Precisa”.

Logo se a Cristina, ou outros, decidem dar a palavra a uma condenada ou a um actor cor de rosa das novelas é exactamente a mesma coisa e devem fazê-lo de igual forma, é jornalismo puro e jornalismo com ética.

Mas o que me choca ainda mais é que num pais onde a CMTV tem a audiência que tem, em que as pessoas antes de ligarem para a Protecção Civil perante uma fatalidade ligam primeiro para o CMTV e onde se consome uma opinião publica dramatizada e tendenciosa em deterimento de informação criteriosa e isenta, este tema seja tema de tanta conversa.

As redes sociais vieram dar palco a muita parvoíce, é verdade e as pessoas sentem-se válidas e donas da verdade, mas para se dar uma opinião temos ao menos de estudar o tema minimamente.

Pessoas que apenas assistem a telejornais diários onde repórteres mal preparados dão noticias incorrectas ou mesmo criam fake news não podem opinar. Estamos numa era em que boatos e noticias de clickbait são seguidas como verdades absolutas e as massas seguem mentiras como seguiriam um “Flautista de Hamelin”.

Preocupa-me esta realidade. Preocupa-me estas palas nos olhos…tudo isto me remete mais uma vez para os meus livros e para todos os romances distópicos que li onde as massas são controladas por big brothers e seguem cegamente informação que julgam real.

Fica aqui um apelo mamãs, e esta é a nossa função, vamos criar uma geração pensante e não uma geração de carneiros.

Vamos criar uma geração válida, com bases e valores. Uma geração curiosa que não se fique pela imagem mas procure saber os porquês.

Vamos criar “criadores” e não “seguidores”…vamos educar e não deixar andar…vamos motivar e não criar redomas.

Vamos?!

Eu quero que o meu filho olhe para esta publicação ( ou outra qualquer) e de forma isenta leia a noticia, que a partir dela forme as suas opiniões e questões, não vou nunca dizer-lhe ” não faças isso porque a mãe não gosta dessa pessoa má”. Não…ele terá de analisar se assim o desejar e decidir se a pessoa é má ou não. E, para ele analisar, alguém tem de publicar.

Gostemos ou não da Cristina há que dar os parabéns por esta edição “anti carneirismos”.

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Nota Final: Publicidade Grátis.

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Dramas de mãe

Desde que eles nascem ouvimos aquela frase “aproveita agora que eles crescem a voar”. A frase é um vaticínio horrível mas bem real.

Para mim sempre foi duplamente difícil pois o senhor independente nunca me deu grande margem para “mariquices” de mãe. Olho para ele com a sua cara de homenzinho e a sua postura de macho alpha e sei que o meu bebé já não é assim tão bebé.

Mas por muito realista que seja e saiba bem a fase de vida em que ele está há dias em que me cai a moeda de forma violenta.

Ontem foi um desses dias.

Estava nas minhas tarefas domésticas e tratar da roupa, fui apanhar a bata da escola e dei por mim a pensar “coitada estás a precisar de reforma”.

O emblema meio descosido, os punhos coçados, os cotovelos que apesar dos reforços já estão de tal forma coçados/imundos que nem a lixívia mais gentil lhes devolve o bonito tom de laranja original e os botões….desirmanados pois já perdi a conta às vezes que tive de inventar botões para ali colocar…

No meio destes pensamentos vem outro que como uma daquelas ondas brutais nos esmaga na praia….esta bata já não vai ser mais usada.

Esta é a bata do infantário e o Sementinha vai para a pré-primária.

Apesar de continuar a frequentar o Atrium 7 em regime de ATL e quem sabe mais tarde em regime de Apoio Escolar ( pois esta escolinha tão bem escolhida acompanha os nossos pimpolhos do berçário à faculdade) não mais usará a sua batinha de 7 cores.

Em Setembro começamos uma nova fase da nossa vida e da evolução do Sementinha. Começam os dramas desta mãe que terá de controlar a sua incompreensão ( ou não) para com as greves de professores. Começa uma nova fase de muitas aprendizagens.

Estava eu a tratar da roupa e caiu-me a moeda…o Sementinha já é um grandão e o meu coração de mãe não aguenta esta dicotomia impactante de orgulho e saudosismo.

O futuro é em frente, Sementinha! Vamos lá.

Esta mãe está a ter um ataque de hormona assassina…e por aí, alguém sente o mesmo??

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Nota Final: Publicidade Grátis e feita com muito orgulho e gratidão. Já vos disse antes e continuo a dizer o Atrium 7 foi a melhor escolha que podia ter feito para o Sementinha.

Não obrigado

Há modas e modas.

Há redes sociais com desafios e apps várias. Umas coisas fazem sentido, outras não e há ainda as puramente fúteis.

Compreendo a curiosidade das pessoas em querem saber como ficariam aos 80 anos mas não contem comigo para este desafio.

E não, não é por orgulho desta carinha laroca a quem ninguém dá 40 anos e nem é pela razão que pinto o cabelo e não “assumo os brancos”.

Não é vaidade, é lógica.

Estou numa fase da vida em que não faço planos ou me atrevo a sonhar. Vivo o dia a dia, um passo de cada vez.

Vou reconstruindo e vivendo um pouco todos os dias.

Não me interessa saber qual o meu aspecto aos 90 anos, interessa sim pensar que talvez lá chegue (ou não).

Sim, gostava de lá chegar mas mais do que ver rugas numa app gostaria de ver a garantia de que lá chego serena, de bem com uma vida bem vivida, com um passado pleno de vivências e criações positivas.

Gostaria de me ver com o mesmo sorriso aberto e o brilho no olhar, que esta app apresenta em troca de uma selfie base bonitinha, mas com conteúdo.

De que vale esta foto (fisica) bonita e ternurenta se por trás dela estiver um corpo dependente e uma mente ausente ou debilitada?

De que vale o material se a alma já não existe?

Vivemos num mundo de (falsas) aparências e glamour e pouco ou nenhum valor se dá a conteúdo (só se for para ganhar fama enquanto “influencer”) mas era nesse mesmo que deviamos pensar.

Não vou usar esta app, não condeno quem o faça, mas duvido que um terço das pessoas o fizesse se esta app fosse semelhante ao “Retrato de Dorian Gray “.

Pensem nisso.

Até já!

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O Panda manda… ser amigo do Planeta! ( continuação)

(Continuação)

Ser amigo do Planeta não é, no entanto, apenas não fazer poluição e poupar os nossos recursos naturais. É acima de tudo respeitar o que nos rodeia, os nossos pares e acima de tudo educar a geração seguinte de uma forma consciente.

O Panda é fixe, os pimpolhos são os maiores o festival é maravilhoso e a organização é “espectaculosa” e paciente, o único erro que se mantém de edições anteriores e já falei deste ponto o ano passado são …os pais.

Para começo de conversa o festival dedica-se a crianças do 2 aos 10 anos.

Bebés de meses não vão aproveitar nada. Bebés de meses que não andam, falam ou são activos não vão fazer nada ao festival a não ser criar fila, ruído, impaciência e stress aos pais e restante publico.

Não estou a dizer que não merecem ir…mas podem esperar pela edição do próximo ano ou não??

“Ah e tal …se a mana mais velha vai ele tem de ir também”…Nop…a mana vai ter uma experiência limitada pelo irmãozinho no carrinho de bebé, não vai ter espaço para correr, não vai ter a atenção necessária da mãe, não vai ter a paciência da mãe…vai sair dali com a sensação de que soube a pouco e ressentida com o “empecilho”. Quando existem irmãos mais novos tentamos compensar ao máximo o mais velho para que não tenha ciúmes e se ressinta e aqui está um bom exemplo de como fazê-lo. O irmão mais velho vai amar ter os pais ( ou a mãe se o pai ficar em casa com o bebé) só para si.

Acreditem….é a verdade mais sincera.

Eu pensei em levar este ano o priminho Fred agora com 14 meses, mas o Fred ainda não anda sozinho. Para além de toda a logística poucas seriam as diversões das quais ele poderia usufruir. Ia ficar rabugento, barulhento e impaciente, não ia apreciar o Panda e teria medo dos bonecos gigantes que passeavam no recinto. Enquanto isso, o Sementinha, teria de ser obrigado a diminuir as suas expectativas de velocidade entre diversões, aguardar enquanto se mudava uma fralda ou se dava um lanchinho e não teria TODA a atenção a que está habituado.

Ambos sairiam a perder e os adultos ficariam duplamente esgotados.

O oposto também deve ser analisado…digam-me sinceramente o vosso filho com mais de 9 anos aprecia o Panda? Não, pois não…o vosso filho é aquele miúdo anti social que está sentado à sombra agarrado ao telemóvel, é aquele que usa o relvado durante espectáculo para jogar à bola ( quem foi que o deixou levar a bola?) e atropela os miúdos mais pequenos, é o miúdo que anda para trás e para a frente nas bancadas a perturbar quem tenta ver o show.

Sinceramente papás, novamente não se trata de dar “igual” oportunidades aos filhos mas sim analisar as suas reais necessidades. E mais não seja para vos poupar stress e trocos na carteira ( o bilhete não é barato e as pipocas, sumos e lanchinhos no recinto também não o são).

Equidade e igualdade são coisas diferentes e aqui a equidade faz muito mais sentido, pensem nisso.

Depois de falarmos da idade passamos para o Dress Code.

Ora bem…festival de crianças, num local público ao ar livre com sol, relva, com insufláveis, gincanas e diversões, pinturas faciais, show de bonecada com muitos pulos e diversão, comida cheia de açúcar e gelados a roupa ideal será então vestidos de lantejoulas, tiaras e acessórios que ficam presos em tudo, roupa de casamento para os miúdos e acima de tudo não esquecer que a família tem de ir toda a fazer “pandan”.

Really?!

Poupem-me…levar crianças em coletes de forças para estes sítios é contra natura. Eu sei que tudo hoje é um festival de vaidades e do ficar bonito para as redes sociais mas poupem-me e poupem as crianças à vossa parvoíce, por favor.

É um festival infantil deixem-nos viver e aproveitar e criar memórias. Vestem os miúdos assim e eles até têm medo de se mexer para não estragar e ouvir os berros da mãe que lhe diz que parece um menino do bairro por sair desalinhado de um insuflável e querer correr descalço para o próximo.

E sim, o exemplo é real. É horrível em todos os níveis mas é também uma das muitas coisas que me leva a escrever este artigo.

Como queremos educar os nossos filhos se nós temos estas atitudes “deselegantes” (para não dizer pior)??

Não se preocupam em colocar protector solar à criança que já está a ficar com um escaldão mas correr descalça na relva é que não…é atitude de alguém de baixo estrato social ( como se isso quisesse dizer alguma coisa).

A reclamação continua…pais sinceramente, vocês são os adultos, o exemplo.

Vocês tem de gerir as expectativas das crianças e saber dar a volta ao texto. A criança quer comer ou quer água e vocês não querem gastar dinheiro ou ir para as filas??? Então e uma mochila com o básico, não? Ah fica mal com o modelito e quem leva geleira e manta de piquenique é o pobre…ok.

Anotado.

A Masha e o Urso têm de sair dois minutos ( porque os desgraçados dos actores estão dentro do fato de peluche gigante à torreira do sol há uma hora e precisam de se hidratar e ser revesados) e vocês reclamam porque estão na fila há horas para uma foto e agora eles “vão embora” ( selecção auditiva para a informação de “voltam já” da organização). Armam confusão, instigam as crianças a cercar os personagens impedindo o seu descanso e reclamando insessantemente de “injustiça”. Olhem para vocês dois segundos por favor, ponham-se no lugar das pessoas que estão a trabalhar…é pedir muito?

Eles voltam já, vão fazer um xixi e beber uma água e depois posam convosco para as importantes redes sociais, ok?! Pode ser?! Entretanto os vosso miúdos podem ir divertir-se à séria naquilo que realmente lhes interessa…ali nos insufláveis.

Digam-me sinceramente onde está a diversão, na imagem da esquerda ou na direita?

E depois de tanta diversão ( ou não) no recinto eis que chega a hora do Show.

É proibido filmar…pais ouviram?

Pais no relvado podem, por favor sentar para que as crianças possam ver ( repetido 100 vezes pela organização).

Não, não pode abrir o chapéu da praia no meio do relvado, já pensou em quem está trás de si? Sim…aqui está ao sol na bancada não pode ir para lá e há bancas de protector solar GRÁTIS se quiser reforçar a dose ( novamente para não dizer colocar pela primeira vez porque a tiara é mais importante que a pele saudável e protegida da criança).

E pais…agora mesmo muito a sério….a fumar aqui?

Custa muito sair do recinto para fumar? É aqui no meio da criançada toda? Já não falo em evitarem de fumar só peço para que não seja aqui no meio de todos…por favor. Custa assim tanto?

Os exemplos são mil e um e eu fico tão triste por ter de os referir. Não é suposto nós sermos os adultos, os responsáveis, o exemplo??

Panda Biggs

Não somos nós os crescidos (os Biggs), os educadores, os formadores?

O espectáculo também é para nós, para aprendermos a ser sociáveis, a reciclar não só os nossos recursos mas também a nossa maneira de ser e estar.

O mundo mudou e nós temos de mudar com ele, temos de crescer e nos adaptar.

Tivemos filhos e não podemos ser egoístas ao ponto de centrar em nós um evento destes.

Eles não querem saber de redes sociais, de roupa para aparecer nas gravações do Canal Panda, não querem saber se estão a correr descalços, a gritar a rir….eles estão simplesmente a ser crianças enquanto podem.

Somos nós que estamos presos à ditadura das convenções do sociais, do “parecer bem”, do mostrar como “somos bons e perfeitos” e somos “mais que os outros”…isso são coisas de adulto ( mal formatado mas enfim)

Se assumimos que vamos com eles ao Festival Panda então, programem-se para esse efeito. Descontraiam, divirtam-se, apreciem, envolvam-se.

Cantem com eles, dancem, estimulem…”desçam ao nível” da vossa criança. Sejam crianças por segundos e inalem o que a vida tem de melhor.

Vão ver que gostam.

Eu sou altamente criticada e olhada de lado por me divertir com o Sementinha, por dançar com ele, por rebolar na relva, por fazer “birra” por não poder brincar nos insufláveis mas a isso chama-se viver e criar memórias boas com o meu pimpolho. Não vou nunca deixar de o fazer enquanto me parecer lógico fazê-lo.

A isto chama-se educação activa, chama-se parentalidade consciente.

Enquanto vocês pensam no assunto eu vou ali descansar um pouco porque o Sementinha já está a planear a edição do próximo ano ( ainda tenho esperanças que ele se ache muito grande daqui a um ano e não queira ir…a esperança é a última a morrer, não é?).

Até já Sementinha e mamãs…divirtam-se e apreciem-se mutuamente.

Ah e uma nota final…..num evento de crianças todos têm prioridade e ninguém tem o direito de passar à frente, ok?!

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O Panda manda… ser amigo do Planeta!

E nós somos muito bem mandados aqui em a casa.

Ontem foi dia de Festival Panda e apesar de eu me ter tentado esquivar, o Sementinha e a avó Di ( que é mais fixe que o Panda e patrocinou novamente os bilhetes deste ano) não me deixaram escapar.

O tema deste ano é o Planeta Feliz e no festival aprendemos com o Panda, os seus amigos e restantes convidados a reciclar, a não fazer poluição, a cuidar da natureza e dos animais ;).

Festival Panda 2019 – Planeta Feliz

Para começar logo a entrar dentro do tema e a fazer do nosso Planeta muito mais feliz fomos de transportes públicos este ano.

Assim, poupámos o ambiente, uns trocos em gasolinas e portagens, fizemos exercício físico ( que de Paço de Arcos a Oeiras é sempre a subir) e ainda mantivemos o segredo do nosso destino um pouco mais reservado para a pestinha não desconfiar da surpresa.

Já vos disse e repito que para bem da nossa sanidade mental devemos manter estas coisas em segredo ou os putos parecem o burro do Shreck.

Pelo caminho e com a aproximação ao Parque dos Poetas apareceram mais cartazes do evento e só aí ele começou a dizer que tínhamos de ir ver quando era porque ele adorava ver o Planeta Feliz…para o ano já sabe ler e estou tramada neste aspecto ;).

Mas mais do que a nossa sanidade mental preservada está a emoção de ver estas reacções…a felicidade de uma mamã reside também nestas pequenas coisas.

Sementinha no Festival Panda 2019

Descoberto o segredo do nosso destino, começa agora a provação dos papás (e/ou outros membros da família meio masoquistas que adoram ir as estas coisas), mais uma vez reforço que nestes eventos convêm levar backup e enquanto um reserva lugar nas longas filas o outro brinca na diversão anterior e depois revesam-se, enquanto um vai buscar gelados e pipocas o outro, guarda lugar e sossega a cria para a chegada da estrela – O Panda.

É importante haver trabalho de equipa para uma menor taxa de stress nestas coisas e mesmo assim vos garanto que hoje estamos de rastos…todos menos o Sementinha, claro.

O festival estava giro, apesar de ter muito menos diversões e dispersões que o ano passado. Em compensação as bancas dos vários patrocinadores preocuparam-se mais com as actividades físicas, jogos e gincanas do que no ano passado e não apenas na oferta de merchandising.

Quando todos os outros estão na fila dos chocolates e tu queres mesmo é descobrir a menina que está a dar bananas…eu bem vos digo que ele vira vegan num destes dias.

Havia como sempre a preocupação com o bem estar dos visitantes, as pulseiras de identificação a distribuição de água e as bancas para reforço do protector solar ( digo reforço, porque nós não saímos de casa sem o nosso mas ainda há quem negligencie este importante passo).

No festival encontrámos velhos e novos amigos e o Sementinha fez questão de os cumprimentar a todos…este ano estava muito mais sociável com a bonecada e até o pai do Ruca teve direito a um breve olá e uma critica por não ter trazido o Riscas.

O espectáculo em si também foi muito divertido e educativo aprendemos imenso sobre como manter o nosso Planeta mais saudável e obviamente que o apreciei ( dancei, cantei, aplaudi, incentivei ) e respeitei a regra de não filmar. Quem nos segue através das Instastories ficou algo chateado mas já sabem regras são para cumprir.

O recinto começa a compor-se para o espectáculo

Após o show e como o recinto só fechava às 20h ( há semelhança de anos anteriores) a diversão continuou.

Esta mãe teve a oportunidade de ver a Abelha Maia ( personagem da sua infância) e apreciar a Ovelha Choné ( que aprendi a amar com a priminha emprestada Lara há uns 10 anos).

No fundo o Festival Panda resume-se a show e ….Insufláveis…

Por esta altura já estão vocês a pensar…esta mamã tem estado ausente e agora volta tão soft….Errado, estava só a aquecer…mas este artigo já vai longo e deixo as criticas para a continuação.

O importante aqui são mesmo as crianças e a promoção de boas experiência e memórias por isso não deixem de ler a continuação deste artigo.

Até já.

Tive tantas saudades vossas Sementinhas e mamãs.

(Continua)

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Nota: Publicidade Grátis

World Ocean’s Day

Hoje, dia 8 de Junho, celebra-se o Dia Mundial dos Oceanos e nem será preciso dizer-vos o quanto este dia é importante para nós e para o futuro.

Desde sempre ouvimos dizer que o mar é fonte de vida, é a nossa origem e não é de estranhar que muitos de nós nos sintamos muito melhor e de alma lavada depois de um passeio à beira mar ou de um mergulho.

Também não são novidade as enumeras acções que vimos a ser promovidas para ajudar a preservar ou a limpar os oceanos. E estas acções ao contrário de tantas outras não são apenas por moda ou porque fica bem nas redes sociais, são um assunto premente e bem real.

Se a nossa fonte de vida desaparecer o que será de nós e dos nossos filhos?

Imagem Promocional Thalgo

Por isso não era de estranhar que nós cá por casa nos aliássemos a uma série de acções do dia do Oceano.

Depois de algumas sessões em nome do #trashtag uno-me agora a uma marca que adoro e aceito o seu desafio promovendo a criação de vários compromissos.

Hoje falo-vos da Thalgo, marca de cosméticos mundialmente conhecida, e pela qual tenho grande afinidade, e cujos maravilhosos produtos têm a sua origem nos oceanos.

Convido-vos por isso a aceitar comigo este desafio da lojathalgo.com ( a loja online oficial da Thalgo em Portugal) e a habilitarem-se a ganhar um dos 6 Kits Descoberta Éclat que a lojathalgo.com tem para oferecer, pelo caminho. 😉

É tão simples mimarem-se e mimarem um pouco o oceano com a Lojathalgo.com, ora vejam:

PASSATEMPO THALGO WORLD OCEANS DAY

Mudando as nossas acções diárias e os nossos hábitos de consumo, podemos ajudar a proteger o nosso património marinho. A THALGO incentiva o público em geral a envolver-se diariamente adoptando uma das 5 resoluções abaixo, para reduzir a poluição aquática:

  • Compromisso 1: “Eu não deito qualquer desperdício no mar »
  • Compromisso 2: “Eu deixei de usar palhinhas e cotonetes de cabo plástico »
  • Compromisso 3: “Eu participo na limpeza do litoral »
  • Compromisso 4: “Eu reduzo o meu consumo de água »
  • Compromisso 5: “Eu reduzo o meu consumo energético »

Indicando o seu principal compromisso e seguindo as instruções, pode participar no sorteio de celebração.

Simples, não é??

Assumam um ou vários destes compromissos e juntem-se a nós para proteger e celebrar o que temos de melhor.

Visitem a página de Facebook ou Instagram da lojathalgo.com e vejam como participar nesta dinâmica.

Vamos lá Sementinhas?

Vamos lá Mamãs?

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Feliz Dia Mundial dos Oceanos.

Hashtag (#) somos todos Kate

Eu nem ia falar deste tema porque me parecia redundante. Uma coisa que para mim parece tão “normal” fez nos passados 5 dias mais capas de revista e aberturas de programa do que as cuecas novas do Ronaldo.

Mas o que se pode dizer, nós somos de modas. Fazemos e gostamos porque os influencers nos dizem para gostar e qual zoombies viciados no ( rede) socialmente correcto mimicamos a acção

Desta vez falo de Kate Middleton – duquesa de Cambridge e o seu novo jardim “desenhado pela própria, cultivado pessoalmente, regado e aparado pela manhã depois de levar as crianças à escola” conforme todos os exageros que ouvi nos transportes e ainda divulgou fotografias dos filhos a brincar.

Inacreditável o que esta realeza é capaz de fazer, não é?!

Brincar no jardim com os filhos, sujar-se, ter contacto com a natureza porque segundo a futura rainha “Sinto que a natureza tem enormes benefícios no bem-estar físico e mental, especialmente para as crianças” .

Sério Kate?!

O Jardim foi projectado por Kate em colaboração com os paisagistas Andree Davies e Adam White para o evento Chelsea Flower . O “Back to Nature Garden” inclui um baloiço de corda, uma casa na árvore e um riacho com cascatas.

E apesar do meu tom eu não estou em desacordo com Kate, vocês sabem isso perfeitamente.

Não há para mim dúvidas que o “Back to Nature Garden” será um ” espaço natural, um espaço realmente empolgante para crianças e adultos compartilharem e explorarem” e que desenvolverá benefícios mentais e físicos. E sim uma criança que entra em contacto com a natureza desde cedo cresce mais saudável, mais ciente das suas base e como o mundo funciona.

“I hope that this woodland that we have created here really inspires families, kids and communities to get outside, enjoy nature and the outdoors and spend quality time together.” — The Duchess of Cambridge

Andar descalço na relva é fabuloso, rebolar, subir a árvores ( em segurança e sem as destruir), explorar, provar, molhar os pés no água de um riacho, ribeiro ou o que for. Alimentar os patos e as carpas.

Escalar pedras, entrar em grutas, conhecer ruínas e a sua história e cultura, pendurar-me de uma corda sobre o lago e saltar lá para dentro….ah esperem…divaguei…já não estou a falar da Kate…estou a falar de mim.

E eu sou apenas eu, uma mamã normal e nada “real” e quando sou eu a rebolar na relva ou na areia e a fazer figuras tristes para incentivar o meu pimpolho e a aproveitar ao máximo o tempo com o meu filho sou olhada com tristeza e desdém.

Como é possível um adulto “descer” ao nível de uma criança e aproveitar o que a natureza tem de melhor.

Como é possível atrever-me a criar tempo e memórias de qualidade?!

Como sou inconsciente a expor o meu filho aos elementos.

Shame on me!

Mas agora que a Kate diz que é bom e normal, já posso não é??

De qualquer forma se estiverem em terras de Sua Majestade o Chelsea Flower Show, abriu ao público na terça-feira e encerra no sábado e é o evento de maior prestígio no calendário de jardinagem da Grã-Bretanha.

E por cá os jardins secretos de Lisboa vão estar abertos e a entrada é gratuita.

Aproveitem o fim de semana, vistam a vossa melhor roupa de Domingo ( aquela na qual os miúdos não podem nem respirar para não sujar, desbotar ou rasgar) e façam como a Kate sugere…vão passear e entrar em contacto com a natureza.

Sejam mais saudáveis.

Sejam felizes!

Sejam vocês mesmos ;).

Bom fim de Semana, Sementinhas e mamãs.

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O Restaurante de Explorar

Num destes dias alguém perguntou ao Sementinha onde ele gostava de ir e ele falou “naquele Restaurante de Explorar”, rapidamente lhe perguntaram mas o que é isso e ele descreveu como só ele sabe um dos seus locais favoritos.

É ao pé da “Safarina”, tem um estacionamento e muitas árvores, tem as paredes pintadas pelos meninos feios e uma grande escada. Tem sítios para explorar e escadas até ao topo…era um restaurante mas agora está abandonado.

De que fala o Sementinha?

Quem nos segue através do Instagram sabe que nós adoramos lá ir…

Miradouro Panorâmico de Monsanto

Sim…Falamos hoje do Miradouro Panorâmico de Monsanto.

Para muitos este era um edifício no coração de Monsanto que despertava imensa curiosidade para outros passou a ser conhecido pelas Redes Sociais por ser um dos locais preferidos das Bloggers e Influencers.

A verdade é que este imponente edifício nasceu em 1967 ( inaugurado um ano depois),
pelas mãos da Câmara Municipal de Lisboa, com o nome de Restaurante Panorâmico de Lisboa.

Foi considerado desde logo como um dos edifícios mais luxuosos da capital e do pais, sendo frequentado pelas elites do Estado Novo e por estrelas nacionais e internacionais, mas rapidamente caiu em desuso diz-se que pela distancia e difícil acesso.

Desde então passou por ser discoteca, Bingo e mais tarde armazém de materiais de construção até encerrar e ser abandonado em 2001.

Mas o que tem este local de interessante?

Para nós tem muito, pois adoramos passear e explorar e analisar a arte urbana, tendo em conta que o edifício esteve abandonado durante 16 anos, foi o local de eleição de muitos artistas de rua.

Uns melhores, outros nem tanto mas estes exemplos de arte urbana vieram complementar toda a sua imponência arquitectónica e as belíssimas obras de arte como os murais de Luís Dourdil,os azulejos de Manuela Madureira e os painéis de Querubim Lapa.

Mas o ponto alto, literalmente, deste “monumento” é o miradouro localizado no último piso do edifício e de onde podemos ver Lisboa e arredores a 360º.

Para quem gosta de explorar, brincar e conhecer um pouco da nossa história aqui fica um convite.

Com o fim de semana à porta venham conhecer o espaço que até já inspirou o Sementinha a escrever A Lenda do Restaurante Mau.

Brinquem, divirtam-se, deslumbrem-se com este ex-libris da arquitectura do Estado Novo e respirem um pouco de ar puro naquele que ainda é o pulmão da cidade.

Bom fim de semana Sementinhas e mamãs ;).

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A chave da felicidade

Quem me conhece sabe que amo ler e tudo o que tenha a ver com livros e literatura.

Sigo páginas de outros booklovers no Instagram, grupos de leitura, grupos de debate, ocasionalmente faço uma sugestão por aqui e obviamente sou frequentadora assídua da Feira do Livro ( está quase a começar) do primeiro ao último dia.

Também sou conhecida por reclamar muito, principalmente quando vejo coisas giríssimas a nível internacional e penso “mas porquê nós não temos algo semelhante”. E digo sinceramente, tivesse eu capacidade de investimento e já tinha mergulhado de cabeça em alguns projectos bem giros.

Para finalizar esta introdução, que já vai longa, resta-me dizer que adoro Mystery Box’s e amo o facto de já haver umas quantas portuguesas.

Para quem não conhece o conceito, a Caixa Mistério é uma caixa mensal cheia de coisinhas boas e novidades que muitas vezes ainda nem chegaram ao mercado de forma oficial. São caixas mensais com um valor fixo e que recebemos como se fosse um presente e abrimos deliciadas como se fossemos crianças no Natal.

As caixas têm várias temáticas, indico algumas das minhas favoritas como exemplo, a MimoBox dedicada a mamãs e bebés e a AmoraBox repleta de coisinhas boas (naturais, organicas) para o ambiente e para nós.

Mas hoje venho falar-vos da minha mais recente descoberta a …estão prontas… tchanammmmmmmm… a Chave Negra – Mystery Book Box.

É uma Caixa Mistério de Livros….i’m in heaven.

Vocês não imaginam o que esta booknerd estava louca para ter uma destas coisas em português. Já seguia a dinâmica a nível internacional através da OwlCrate e da OwlCrateJunior especificamente mas na nossa língua tem outros sabor.

Na caixa podemos contar com um livro e uma série de coisas relacionadas com a temática do mesmo. Podem ser canecas, Chás, Marcadores, Porta chaves, Velas, Capas de livros…o que possam imaginar.

Existente desde Novembro de 2018 (se não estou em erro) esta é uma ideia e um negócio que tenho todo o prazer de apoiar e publicitar aqui no Blog.

Se gostam de ler ou querem oferecer um mimo a alguém especial visitem o site e sigam-nos no Instagram…..vão adorar ;).

Boas leituras, mamãs!

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Nota Final: Publicidade Grátis

Fotos retiradas do site da Chave Negra e demonstrativas de duas das caixas mistério já enviadas.

Estou apaixonada pela Villanelle

Sim, confesso estou apaixonada por uma mulher… e podiamos descambar já aqui o texto e levar tudo para a imagem e educação que queremos dar aos nossos filhos sobre o mundo moderno e sobre o facto de podermos amar quem quisermos homem, mulher, cor de rosa ou verde….mas não é esse o caso.

Os fãs já facilmente identificaram o nome e sabem do que falo mas este texto é para quem não conhece e eu gostava que viesse a conhecer.

Villanelle é uma personagem da série Killing Eve e é a “má da história” se assim lhe quiserem chamar.

Killing Eve

Comecei a ver esta série quando a HBO Portugal surgiu nos nossos alinhamentos. Já tinha ouvido falar e, muito bem, da série e como adorava a personagem da Sandra Oh na Anatomia de Grey não resisti muito a dar uma espreitadela.

E… foi uma lufada de ar fresco. Fiquei fascinada e fiz de imediato uma maratona da 1ª temporada e fiquei louca porque a segunda temporada ainda não tinha estreado na altura.

Mas não foi só a Sandra Oh que me agradou, a co-protagonista Jodi Comer é excepcional e não posso deixar de lado a maravilhosa prestação da Fiona Shaw. Estas três mulheres fazem-me literalmente babar com a sua prestação e este thriller/ comédia negra é o tipo de história que adoro.

Mas voltando a Villanelle vocês sabem o quanto eu adoro um bom vilão, daqueles bem inteligentes e macabros mas que no fim acabamos por torcer para que ele se safe e os bons não ganhem por uma vez que seja.

Geralmente estes personagens são homens até que surge a Villanelle…linda, sedutora mas com cara de menina travessa, bruta, mal educada, passada da cabeça, tortuosa, inteligente e…uma maria rapaz com um estilo simplesmente de outro mundo.

Closet de Villanelle no seu apartamento de Paris

Arrisco mesmo a compara-la a um Hanibal em versão feminina no que toca ao estilo e como amante de moda esta personagem ilumina cada episódio da forma mais inusitada e divertida como a moda deve ser.

Por isso fica o desafio….mesmo que não gostem de assassinatos ou achem a Sandra muito paradinha vejam esta série…bebam cada cenário europeu e cada look da Villanelle como se de um editorial de moda se tratasse, deliciem-se com as prestações destas maravilhosas atrizes e espero que tal como eu se apaixonem.

Espero por vocês na HBO Portugal, aos sábados ;).

Estou apaixonada pela Villanelle

Eu vou ficar a torcer por um certo final?!

E vocês que final desejavam ver?

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Nota Final: Publicidade Grátis